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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Moisés (em hebraico: מֹשֶׁה; moderno: Moshe tiberiano: Mōšé; em grego: Mωϋσῆς, Mōüsēs; em árabe: موسىٰ, Mūsa; 1592 a.C. - 1472 a.C.) foi um profeta israelita da Bíblia hebraica (Tanakh, conhecida entre os cristãos como Antigo Testamento), da Tribo de Levi. De acordo com a tradição judaico-cristã, Moisés foi o autor dos 5 primeiros livros do Antigo Testamento (veja também Pentateuco). É encarado pelos judeus como o principal legislador e um dos principais líderes religiosos. Para os muçulmanos, Moisés (em árabe موسى, Musa) foi um grande profeta.
Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha do faraó, que o encontrou enquanto se banhava no rio Nilo e o educou na corte como o príncipe do Egito. Aos 40 anos (1552 a.C.), após ter matado um feitor egípcio levado pela "justa" cólera, é obrigado a partir para exílio, a fim de escapar à pena de morte. Fixa-se na região montanhosa de Midiã, situada a leste do Golfo de Acaba. Por lá acabou casando-se com Séfora e com ela teve dois filhos, Gérson e Eliézer. Quarenta anos depois (1512 a.C.), no Monte de Horebe, ele depara-se com uma sarça ardente que queimava mas não se consumia e assim é finalmente "comissionado pelo Deus de Abraão" como o




"Libertador de Israel".


Ele conduziu o povo de Israel até ao limiar de Canaã, a Terra Prometida a Abraão. No início da jornada, encurralados pelo Faraó, que se arrependera de te-los deixado partir, ocorre um dos fatos mais conhecidos da Bíblia: A divisão das águas do Mar Vermelho, para que o povo, por terra seca, fugisse dos egípcios, que tentando o mesmo, se afogaram. Logo no início da jornada, no Monte de Horebe, na Península do Sinai, Moisés recebeu as Tábuas dos Dez Mandamentos do Deus de Abraão, escritos "pelo dedo de Deus". As tábuas eram guardadas na Arca do Concerto. Depois, o código de leis é ampliado para cerca de 600 leis. É comumente chamado de Lei Mosaica. Os judeus, porém, a consideram como a Lei (em hebr. Toráh) de Deus dada a Israel por intermédio de Moisés. Em seguida, os israelitas vaguearam pelo deserto durante 40 anos até chegarem a Canaã.
Durante 40 anos (segundo a maioria dos historiadores, no período entre 1250 a.C. e 1210 a.C.), conduz o povo de Israel na peregrinação pelo deserto. Moisés morre aos 120 anos, após contemplar a terra de Canaã no alto do Monte Nebo, na Planície de Moabe. Josué, o ajudante, sucede-lhe como líder, chefiando a conquista de territórios na Transjordânia e de Canaã.
No Cristianismo, Moisés prefigura o "Moisés Maior", o prometido Messias (em grego, o Cristo). O relato do Êxodo de Israel, sob a liderança por Moisés, prefigura a libertação da escravidão do pecado, passando os cristãos a usufruir a liberdade gloriosa pertencente aos filhos de Deus.
Na Igreja Católica e Igreja Ortodoxa, é venerado como santo, sendo a festa celebrada a 4 de setembro.
Segundo a Edição Pastoral da Bíblia seu nome é citado 894 vezes na Bíblia.


Família


Moisés era da Tribo de Levi, mas seus filhos são contados como sendo da tribo de Davi.

Cristianismo


Para os cristãos, Moisés - mencionado mais vezes no Novo Testamento do que qualquer outro personagem do Antigo Testamento - muitas vezes é um símbolo da lei de Deus, como reforçado e exposto nos ensinamentos de Jesus. Escritores do Novo Testamento muitas vezes compararam as palavras e feitos de Jesus com os de Moisés para explicar a missão de Jesus. Em At 7:39-43, 51-53, por exemplo, a rejeição de Moisés pelos judeus que adoravam o bezerro de ouro é comparada à rejeição de Jesus pelos judeus que continuavam no judaísmo tradicional.


Identidade de Moisés


Família:'Coaraixitas, da Tribo de Levi
Nome: Moisés~ Etnia: Ariano
Significado: Mósis, em egípcio, significa "filho".
Para os judeus, significa "retirado" das àguas.
Avô: Coate, 2.º filho de Levi
Mãe: Joquebede, segundo livros apócrifos, tia de Anrão
Pai: Anrão, filho de Coate
Esposa: Ziporá,ou Seforá(em hebraico tzipora)
Sogro: Jetro
Irmãos: Miriã / Aarão
Filhos: Gersom / ElMoisés (em hebraico, Moshe, משה), profeta israelita da Bíblia Hebraica (conhecida entre os cristãos como Antigo Testamento), da Tribo de Levi.
Sobrinhos: Nadabe / Abíu / Eleazar / Itamar
Local de Nascimento: Egito
Localização Temporal: 1250 a.C.
Tempo de Vida: 120 anos
Motivo de Morte: Não há relatos específicos da morte
Local de Morte: Monte Nebo, Planíce de Moabe



Juventude Lance a Semente




REFLEXÃO, VIGIA IRMÃO

Nós cristãos sempre que encontramos alguém que não conheceu Jesus verdadeiramente somos questionados de o porquê segui-lo, por que "perdemos" nosso tempo enfiado dentro de uma igreja, bom, para aqueles que não conhecem deve ser muito difícil mesmo enxergar da forma que vemos.

Antes de ser cristão via pelas ruas, geralmente aos domingos no final de tarde uma pequena multidão toda arrumada seguindo numa direção, a igreja. Achava estranho, "como isso, tanta coisa boa pra se fazer e esse povo "socado" numa igreja, que tolice"...era esse meu pensamento, ou então, " aquele cara só aprontou, fazer o que na igreja agora?", infelizmente eu era um instrumento ou alvo fácil na mão do inimigo. Não é difícil hoje ver uma rodinha de adolescentes bebendo, fumando, contando suas conquistas e peripécias, mas penso "como alcançar essas almas?", como oferecer a eles a salvação de Jesus, se para eles que não conhecem nosso Senhor o que o mundo oferece está bom, os manjares do maligno para os incrédulos é perfeito, o mundo dita as regras, o estereótipo do mundo é esse, na minha época de adolescência sem conhecer os caminhos de Cristo, a coqueluche era quantas meninas poderíamos pegar, ou quantas cervejas bebíamos, Senhor quanto tempo perdi, quantos amigos começaram a se drogar, e tudo começou com um simples cigarro, zoação e bebidas.

Se perguntasse a todos sobre Cristo, todos conheciam, não era difícil perguntar sobre isso, pois todos nós éramos cristãos, porém todos não praticantes, como se Cristo fosse como andar de bicicleta, ou qualquer outra coisa, conheço mas não pratico, fácil de dizer, mas difícil de entender essa tese.

Outro dia fui ao grupo jovem da minha igreja, pessoal lá pula, dança, grita, canta, quanta fé, quanta determinação daqueles jovens, penso logo naqueles que não seguem a Cristo, o que falta pra isso acontecer?, numa das aparições de Jesus o mesmo disse; Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15), bonito né? Mas e daí, o que eu tenho feito? Será que é a vontade de Deus? Bom, como diz sempre meu pastor, somos cristão 007, sempre escondidos, ninguém sabe que somos cristãos! No meu serviço às vezes me pego pensando nisso, levanto a cabeça e olho ao redor de minha mesa e fico pensando, será que tem alguém aqui nesta sala que está pensando em Deus agora?, outro dia comentei em casa, minha esposa disse que talvez sim, pois sempre que alguém está em apuro a primeira frase que vem a cabeça é " Aí meu Deus, me ajuda".
Verdade, ela tem razão, pensar pensam, mas sentir... Bom, se eles soubessem o quanto Jesus sofreu por nós, Ele sabia que o dia da sua crucificação chegaria e mesmo assim Ele seguiu firme, eu por menos tava dando área... Quanto ao ide, o que geralmente ocorre, são cristãos falarem coisas bonitas pro demais irmãos, testemunhar, e massagear o ego um do outro, mas e evangelizar, e lançar a rede pra alcançar aquele que está assentado à beira do caminho, aquele que o maligno deita e rola?, é de se pensar! Um dia aconteceu um fato muito triste, fiquei sabendo de um rapaz que se suicidou.Encontrei um irmão que mora no mesmo condomínio que eu, e o assunto da vez era esse, perguntei a ele se conhecia o rapaz, ele disse que de vista, e eu disse a ele que nem sabia quem era.
Quanto acontece um fato desse a primeira coisa quem vem na boca é : " perdeu a salvação". Realmente perdeu. Mas irmão se você o conhecia de vista, alguma vez falou de Cristo pra ele?, a resposta era aquela que já esperava, um sonoro não.


Bom, a culpa do cara chegar ao ponto disso não é dele, porém, poderia ter sido diferente, poderia numa simples conversa mudar o final dessa história trágica, nos despedimos e fui embora, andando pelo caminho veio algo na minha cabeça, "e eu, pra quantas pessoas falei de Jesus hoje?, é Deus, vou falar baixinho, mas só pro Senhor, nenhuma! Será que por mim não passou alguém na mesma situação?, prestes a cometer um suicídio? Senhor, falhei! Voltando ao ide, Jesus "disse ide por todo o mundo e pregai", e não ide na igreja ao lado e pegai aquele que já conhece a palavra e traga pra cá, isso não é evangelizar, parece seqüestro cristão, é pregai irmão e não "pegai".

Tenho muita preocupação com os jovens, como alcançá-los, como mostrá-los que a essência é Cristo?, posso continuar seguindo meu caminho, posso continuar levando minha vida, estou salvo mesmo! Irmão, alcançar aquele que precisa do pão da vida, do pai da eternidade, do príncipe da paz, vai além de salvação, é galardão, e isso ao chegarmos face a face com o pai, cada um vai receber aquilo que conquistou, daí vamos olhar para o irmão do lado e ver que a coroa dele está cravejada, com um brilho que ofusca a visão, mas e quanto a sua? E quanto a minha? Irmão, ainda há tempo, não muito, acredito eu, mas ainda há. Pensemos nesse texto, vamos analisar nosso dia-a-dia, vamos alcançar almas, vamos tomar cuidado para não trocar a benção por pratos de lentilha, a partir de hoje vamos tomar outro rumo, a cada nova estratégia do inimigo, criamos outra para combatê-la, busquemos no Senhor a força, o direcionamento, e garanto pra você, que se estiver em comunhão e sintonia com Ele as estratégias fluíram naturalmente. Nossa guerra não é um contra o outro, não é contra pessoas, mas sim contra o inimigo, pense nisso.
Lancemos a semente, tudo tem um começo, comece hoje, não vamos perder almas para o maligno, cruzando os braços e virando as costas, estaremos deixando as vezes um amigo próximo, um parente, um colega de trabalho trilhar o caminho do inferno, por omissão não poderemos mais deixar que satanás coloque um laço no pescoço deles, mãos a obra, vamos praticar a fé, lembrem-se do galardão.

Vamos oferecer o que temos de melhor, Jesus Cristo! Deus abençoe a todos..... Fábio Felix

domingo, 21 de agosto de 2011

Perdão é um Mandamento de Deus

“Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”. – Mateus 5:23,24
A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos। Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes.

QUEM NÃO PERDOA NÃO É PERDOADO


O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai-nosso:
“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. – Mateus 6:14,15
Deus tem nos dado seu perdão gratuitamente, sem que o merecêssemos, e espera que usemos do mesmo espírito misericordioso para com quem nos ofende. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus. Contudo, se nos negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal. Cristo também nos advertiu com clareza sobre isto em uma de suas parábolas (faladas num contexto que envolvia o perdão):
“Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei, que resolveu ajustar contas com os seus servos. E passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que devia dez mil talentos.
Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o seu senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, e que a dívida fosse paga.
Então o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo e tudo te pagarei.
E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora, e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: paga-me o que me deves.
Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo e te pagarei.
Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
Vendo os seus companheiros o que havia se passado, entristeceram-se muito, e foram relatar ao seu senhor tudo o que acontecera. Então seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida.
Assim também o meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”. – Mateus 18:23-35
O significado desta ilustração dada por Jesus Cristo é muito forte. Temos um rei e dois tipos de devedores. Se a parábola ilustra o reino de Deus, então o rei figura o próprio Deus. O primeiro devedor tinha uma dívida impagável, enquanto que a do segundo estava ao seu alcance. Não há como comparar a dívida de cada um. Dez mil talentos da dívida do primeiro servo era o equivalente a cerca de 200.000 dias de trabalho, enquanto que os cem denários que o outro servo devia era o equivalente a apenas cem dias de trabalho. Esta diferença revela a dimensão da dívida que cada um de nós tinha para com Deus, e que, por ser impagável, estávamos destinados à prisão e escravidão eterna. Contudo, sem que fizéssemos por merecer, Deus em sua bondade, nos perdoou. Portanto, Ele espera que façamos o mesmo. O cristão que foi perdoado de seus pecados e recusa-se a perdoar um irmão – seu conservo no evangelho – terá seu perdão revogado.
Isto é muito sério. As ofensas das pessoas contra a gente não são nada perto das nossas ofensas que o Pai Celestial deixou de levar em conta. E a premissa bíblica é de que se pudemos ser perdoados por Ele, então também devemos perdoar a qualquer um que nos ofenda.


A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO

Quem não perdoa, está preso। Lemos em Mateus 18:34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”। A palavra verdugo significa “torturador”। Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição। A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa। Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc. Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?
Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada. Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:
“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão.
Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”. – Mateus 5:25,26
Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.


SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO

Como deve ser o perdão?


A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou:
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. – Efésios 4:32
O texto bíblico diz que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.
O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.
Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me pr
ocurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar.
Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!


NÃO HÁ LIMITE DE VEZES PARA PERDOAR

Certa ocasião, o apóstolo Pedro quis saber o limite de vezes que existe para perdoar alguém. E foi surpreendido pela resposta que Cristo lhe deu:
“Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. – Mateus 18:21,22
O Senhor declarou que mesmo se alguém repetir sua ofensa contra mim por quatrocentos e noventa vezes, ainda deve ser perdoado. Na verdade, os comentaristas bíblicos em geral entendem que Jesus não estava se prendendo a números, mas tentando remover o limite imposto na mente dos discípulos para perdoar.
Fico pensando o que seria de nós sem a misericórdia de Deus. Quantas vezes Deus já nos perdoou? Quantas mais Ele vai nos perdoar? Se devemos perdoar como também Deus em Cristo nos perdoou, então fica claro que não há limite de vezes para perdoar!


O DIABO É QUEM LEVA VANTAGEM

Já falamos que há uma prisão espiritual ocasionada por reter o perdão. E que demônios se aproveitam desta situação. Agora queremos examinar um outro texto bíblico que nos mostra nitidamente que a falta de perdão dá vantagem ao diabo:
“A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque de fato o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios”. – II Coríntios 2:10,11
O apóstolo Paulo revela que se deixamos de perdoar, quem vai se aproveitar da situação é Satanás, o adversário de nossas almas. Disse ainda, que não ignorava as maquinações do maligno. Em outras palavras, ele estava dizendo que justamente por saber como o diabo age na falta de perdão, é que não podia deixar de perdoar.
Precisamos entender que Deus não será engrandecido na falta de perdão. Que o ofendido não lucra nada por não perdoar. Que até mesmo o ofensor pode estar espiritualmente preso. O único que lucra com isso é o diabo, pois passa a ter autoridade na vida de quem decide alimentar a ferida do ressentimento.
A Bíblia nos ensina que não devemos dar lugar ao diabo (Ef.4:27). Que ele anda em nosso derredor rugindo como leão, buscando a quem possa tragar (I Pe.5:8), e que devemos resisti-lo (Tg.4:7). Mas quando nos recusamos a perdoar, estamos deliberadamente quebrando todos estes mandamentos.



CONSELHOS PRÁTICOS


Para aqueles que reconhecem que não há saída a não ser perdoar, mas que, por outro lado, não é algo tão fácil de se fazer, quero oferecer alguns conselhos práticos que serão de grande valia.
Primeiro, o perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé. Já dissemos que o perdão não é por merecimento, logo, não tenho motivação alguma em minhas emoções a perdoar. Não me alegro por ter sido lesado, mas libero aquele que me lesou por uma decisão racional. Portanto, o perdão não flui espontaneamente, deve ser gerado no coração por levar em consideração aquilo que Deus fez por mim e sua ordem de perdoar. As conseqüências da falta de perdão também devem ser lembradas, para dar mais munição à razão do que à emoção.
É preciso fé para perdoar. Certa ocasião quando Jesus ensinava seus discípulos a perdoarem, foi interrompido por um pedido peculiar:
“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe.
Se por sete vezes no dia pecar contra ti, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. Então disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé”. – Lucas 17:3-5
Naquele instante os discípulos reconheceram que para praticar este nível de perdão iriam precisar de mais fé. E Jesus parece ter concordado, pois nos versículos seguintes lhes ensinou que a fé é como semente, quanto mais se exercita (planta) mais ela cresce (se colhe).
É necessário crer que Deus é justo e que Ele não nos pede mais do que aquilo que podemos dar. Se Deus nos pediu que perdoássemos, Ele vai nos socorrer dispensando sua graça no momento em que tivermos uma atitude de perdão.
Muitas vezes o perdão precisa ser renovado. Depois de declarar alguém perdoado, o diabo, que não quer perder seu domínio, vai tentar renovar a ferida. Em provérbios 17:9 as Escrituras Sagradas nos falam sobre encobrir a questão ou renová-la. É preciso tomar uma decisão de esquecer o que houve, e renovar somente o perdão. Cada vez que a dor tentar voltar, declare novamente seu perdão. Ore abençoando seu ofensor. Lute contra a mágoa!
É importante ver os ofensores como vítimas. Isto é algo especial que vejo em Jesus na cruz:
“Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. – Lucas 23:34
Em vez de olhar para eles como quem merece punição e castigo, Jesus enxerga que eles também eram vítimas. Aqueles homens estavam em cegueira e ignorância espiritual, debaixo de influência maligna, sem nenhum discernimento de quem estavam de fato matando. Eram vítimas de todo um sistema que os afastou de Deus e da revelação das Escrituras. E ao reconhecer que ele é que eram vítimas, em vez de alimentar dó de si mesmo (como nós faríamos), Jesus teve compaixão deles.
Acredito que este é um princípio para o perdão fluir livremente. Assim como Jesus o fez, deixando exemplo, Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo, também o fez:
“Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado”. – Atos 7:60
Quando você começa a enxergar as misérias da vida espiritual de seu ofensor (ao menos a que manifestou no momento de te ferir), e canaliza o amor de Deus por ele, como você também necessita do amor divino ao se achegar arrependido em busca de perdão, a coisa fica mais fácil.

Pr. Luciano Subirá



Artigo extraído do site http://www.orvalho.com/shop/

Enoque Andou com Deus

Gn 5.24
INTRODUÇÃO
Vivemos no meio de uma geração que tem sido formada por um tipo de “evangelho fácil”!
a. Sem arrependimento
b. Sem compromisso (um Jesus em “promoção”)
c. Sem profundidade
d. Sem transformação e sem poder (plenitude).
e. Sem santidade

Mas Deus chama homens e mulheres (jovens) para andar com Ele. Não é um andar na carne e nem numa dimensão física, mas andar no espírito, numa dimensão sobrenatural.

1º “ANDOU ENOQUE COM DEUS”

1. Pv 30.18,19ª: “Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: o caminho da águia no céu…”

a. O caminho da águia no céu é mais alto do que o pensamento do sábio! Está acima da compreensão humana que é limitada.
b. Esse caminho é um caminhar no sobrenatural. Assim como a águia, fomos feitos para as “alturas”!
c. É um caminho nas alturas, acima de qualquer tempestade ou predador. Esse caminho permite à águia ter uma visão aguçada e sensível.
d. A águia faz o seu ninho nas mais altas rochas (Jó 39.27). A águia só vê o mundo da perspectiva de quem está em cima! Assim é quando andamos com Deus!!

2. Esse andar significa caminhar com Deus diariamente (365 dias por ano) – Gn 5.23 “ E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos.”

3. Sl 103:7: “Manifestou os seus caminhos a Moisés e os seus feitos aos filhos de Israel” – Moisés descobriu os “caminhos” de Deus e andou neles.

Os “feitos” tem a ver com aquilo que Deus Faz (suas mãos);
Os “caminhos” tem a ver com aquilo que Deus é (sua face).

4. Andar com Deus não significa em clausura ou isolamento, mas ter intimidade com Ele, mesmo vivendo em um mundo iníquo .Noé: Gn 6.1-9 “Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus.”

5. Não significa que o caminho será fácil, mas que continuarei a andar com Ele mesmo entre os espinhos e os obstáculos.

6. Andar com Deus implica em caminhar com a consciência/ compreensão que estou na presença d’Ele 24 horas por dia:
Abraão: Gn 24.40: “Ele me disse: O SENHOR, em cuja presença eu ando…” Gn 17:1: “Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o SENHOR e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito”.

2º. “E JÁ NÃO ERA”

1. Quando andamos com Deus, já não existimos mais.

Diminuímos até que Deus nos toma para si.

João Batista:
Jo 3:30: “Convém que ele cresça e que eu diminua”
Mt 11:11: “Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista…”

a. Foi porque João aprendeu a diminuir quando Jesus o chamou de o “maior” entre os nascidos de mulher.
b. No meio de uma geração onde muitos procuram “brilhar”, Deus procura homens e mulheres que manifestem apenas a glória de Cristo.

Paulo:
Gl 2.19b,20. A cruz apaga a glória do homem e faz resplandecer a glória de Deus: “já não sou eu”!!Revista e corrigida:
Gn 5:24: “E andou Enoque com Deus; e não se viu [mais,] porquanto Deus [para si] o tomou”

3º. “PORQUE DEUS O TOMOU PARA SI”

1. Andar com Deus significa que aprofundamos a nossa intimidade com Ele a tal ponto, que Ele aproxima-nos da Sua presença.

a. Intimidade com Deus.

2. Creio que além do sentido literal que essa declaração tem, espiritualmente, quando caminhamos com Deus, Ele traz-nos para perto d’Ele a fim de ocuparmos um lugar de intimidade.

CONCLUSÃO

Sl 143:7: “Dá-te pressa, SENHOR, em responder-me; o espírito me desfalece; não me escondas a tua face, para que eu não me torne como os que baixam à cova”




A Ceia do Senhor

Quase todas as igrejas que proclamam seguir a Cristo observam a Ceia do Senhor.

O pão e o fruto da videira são elementos comuns nas assembléias de adoração de vários grupos religiosos.
Mas há diferenças no entendimento a respeito desta comemoração.
Neste artigo, examinaremos o que a Bíblia ensina sobre a Ceia do Senhor para aprender como devemos participar dela hoje em dia.



A Primeira Ceia: O Exemplo de Jesus


Quatro textos registram os pormenores da primeira "Ceia do Senhor".
Três destes relatos estão nos evangelhos (Mateus 26:26-29; Marcos 14:22-25 e Lucas 22:19-20) e o outro está em 1 Coríntios 11:23-26. Podemos aprender como Jesus e os apóstolos celebraram a ceia comparando estes relatos. Por favor, pare uns poucos minutos para ler cada uma destas quatro passagens, antes de continuar este estudo. Observe as minúcias:


O propósito

"Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19).
A Ceia do Senhor é nossa oportunidade para lembrar o sacrifício que Jesus fez na cruz, pelo qual ele nos oferece a esperança da vida eterna: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha" (1 Coríntios 11:26).
A Ceia do Senhor não pretende ser um memorial do nascimento, da vida ou da ressurreição de Cristo. É um momento especial no qual os cristãos refletem sobre o Salvador sofredor para serem lembrados do alto preço que ele pagou por nossos pecados. Precisamos manter este tema central do evangelho (1 Coríntios 2:1-2) em nossas mentes.

Os símbolos

Jesus usou dois símbolos para representar seu corpo e seu sangue. É claro que ele não ofereceu literalmente seu corpo (que ainda estava inteiro) nem seu sangue (que ainda estava correndo através de suas veias). Ele deu aos discípulos pão sem fermento para representar seu corpo e o fruto da videira (suco de uva) para representar o sangue que estava para ser derramado na cruz. Ele não deixou dúvida sobre a relação deste sacrifício com nossa salvação: "Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados" (Mateus 26:28).

A ordem


Quando comparamos estes quatro relatos, podemos também ver a ordem na qual a ceia foi observada. Jesus primeiro orou para agradecer a Deus pelo pão e então todos o partilharam. Ele orou de novo para agradecer ao Senhor pelo cálice, e todos beberam dele. Deste modo, ele chamou especial atenção para cada elemento da ceia.


A Ceia do Senhor na Igreja Primitiva

O livro de Atos e as cartas escritas às igrejas nos ajudam a aprender um pouco mais sobre a Ceia do Senhor. Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana para participarem da ceia (Atos 20:7). Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1 Coríntios 10:14-22). Era tomada quando toda a congregação se reunia, como um ato de fraternidade entre os irmãos (1 Coríntios 11:17-20). Cada cristão era obrigado a examinar-se para ter certeza de que estava participando da ceia de um modo digno (1 Coríntios 11:27-29).
Observações sobre a Ceia do Senhor
Ainda que o ensinamento da Bíblia sobre a Ceia do Senhor não seja complicado, muitas diferenças de entendimento apareceram depois do tempo do Novo Testamento. O único modo de sabermos que estamos seguindo o Senhor é estudar as instruções e imitar os exemplos que encontramos no Novo Testamento. Nunca estamos livres para ir além do que o Senhor revelou na Bíblia (veja Colossenses 3:17; 1 Coríntios 4:6 e 2 João 9). Consideremos o que a Bíblia diz em resposta a algumas questões sobre a Ceia do Senhor.
Porque pão sem fermento?
Jesus instituiu a ceia do Senhor durante os dias judaicos dos pães asmos, uma festa anual na qual somente pão sem fermento era permitido entre os judeus (veja Lucas 22:15; Êxodo 12:18-21). Podemos apreciar mais claramente o significado do pão sem fermento quando consideramos o significado simbólico do fermento na Bíblia. Não era permitido fermento nos sacrifícios oferecidos a Deus, no Velho Testamento (Levítico 2:11). A idéia de impureza ou pecado é claramente associada com fermento em vários textos. Por exemplo, Jesus usou fermento para falar simbolicamente de falsas doutrinas (Mateus 16:11-12). Paulo usou fermento para representar falsa doutrina e corrupção moral (Gálatas 5:7-9,13,16; 1 Coríntios 5:6-9). É plenamente adequado, então, que o sacrifico perfeito e sem pecado do próprio Filho de Deus seja representado por pão sem fermento: "Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebramos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade" (1 Coríntios 5:7-8).
Quando devemos observar a Ceia do Senhor?
Jesus mostrou aos seus discípulos como participar deste memorial, mas não especificou quando. Aprendemos quando os primeiros cristãos observaram a ceia pelo exemplo dos discípulos em Trôade: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão. . ." (Atos 20:7). Quando seguimos este exemplo e participamos da Ceia do Senhor todos os domingos, relembramos freqüentemente o sacrifício que Jesus fez por causa de nossos pecados. Quando meditamos sobre o Salvador sofredor no domingo, é mais fácil resistir a tentações durante o resto da semana. Quando entendemos o alto preço que Jesus pagou por nossos pecados, esforçamo-nos para evitar qualquer coisa que possa magoá-lo e tornar vão seu sacrifício (veja Hebreus 10:24-31).
Onde devemos participar da Ceia?
A Ceia do Senhor é um ato de comunhão entre cada cristão e o Senhor, e é também um ato de comunhão entre cristãos. Em Atos 20:7, os discípulos se reuniam para partir o pão. 1 Coríntios 11:20-22 distingue entre a Ceia do Senhor, que era o propósito de sua reunião como uma congregação, e as refeições comuns, que eram tomadas nas casas de cristãos. Não encontramos nenhuma autoridade na Bíblia para participar da Ceia do Senhor a sós ou fora da assembléia da igreja.
Quem tem o direito de tomar a Ceia do Senhor?
A Ceia do Senhor é um ato espiritual partilhado pelo Senhor com aqueles que estão em fraternidade com ele. Jesus não ofereceu o pão e o cálice a todos, mas aos seus discípulos (Mateus 26:26). Aqueles que estão servindo ao Diabo não têm o direito de partilhar desta refeição com o Senhor (1 Coríntios 10:16-22). João conta-nos que somos aptos a participar com Deus na comunhão espiritual somente se andarmos na luz do seu caminho: "Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:5-7). Somente aqueles que já foram batizados para a remissão dos pecados para entrar no corpo de Cristo devem participar da Ceia do Senhor (Atos 2:38; Gálatas 3:26-28).


O que significa participar "indignamente"?

Cada um que participa da Ceia do Senhor deverá examinar-se para estar certo de que está participando de maneira correta, discernindo o verdadeiro significado do memorial. "Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim, coma do pão e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si" (1 Coríntios 11:27-29). A palavra "indignamente" é freqüentemente mal entendida. Ela não descreve a dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo). Esta palavra descreve o modo de participar. A pessoa que não leva a sério esta comemoração está brincando com o sacrifício de Cristo e está se condenando por não discernir o corpo de Cristo. Por esta razão, devemos ser muito cuidadosos cada vez que participarmos da Ceia do Senhor. É imperativo que esqueçamos as preocupações mundanas e prestemos atenção exclusivamente à morte de Cristo. Se tratarmos a Ceia do Senhor como um mero ritual, ou se a tomarmos levianamente e deixarmos de meditar no seu significado, condenamo-nos diante de Deus.
A Ceia do Senhor: Passado, Presente e Futuro
Os discípulos de Cristo são privilegiados ao participarem com ele todas as semanas da Ceia do Senhor. Deste modo, ligamos o passado, o presente e o futuro.
Passado: Olhamos para trás, para o sacrifício que Jesus fez na cruz. Entendemos isto como sendo o fundamento e o centro de nossa salvação.
Presente: Quando meditamos no terrível preço que Jesus pagou para nos redimir de nosso pecado, nossa decisão de resistir à tentação é fortalecida.
Futuro: Entendemos que a morte de Jesus é a base de nossa esperança, e assim proclamamos nossa fé nele quando olhamos em frente para a volta do Senhor e para nossa salvação eterna.
Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.


Trigo x joio

Mt 13:24-30
Trigo = Planta que produz o grão, de que se faz o pão; O pão, é o alimento base da população mundial.
Joio = Planta que se mistura aos cereais, produzindo grandes estragos. É como a erva daninha. O joio é muito semelhante ao trigo, só depois de amadurecer se percebe a diferença um do outro.

A intenção do joio é confundir.

O joio, não tolera montanhas nem lugares altos.
Gosta de comodidade, de lugares comuns, de portas largas, de caminhos acessíveis e de coisas fáceis.

Quem somos nós? Trigo, ou joio?

Hoje, a igreja é comparada a um campo, onde existe o joio e o trigo. Aquelas pessoas que verdadeiramente, vivem comprometidas com Deus e aquelas que não querem compromisso.
Segundo esta passagem de Mateus 13, o joio, são os filhos do maligno e o trigo os filhos do Reino.
Só Deus conhece, o verdadeiro trigo e o verdadeiro joio, não nos cabe a nós julgar quem é quem. Porque os que hoje são joio, amanhã poderão ser trigo.

V.30 “é necessário que ambos cresçam juntos…” para que ao arrancar o joio, não se corra o risco de arrancar o trigo.
(Aqui está uma oportunidade que Deus dá, a todos aqueles, que vivem descomprometidos com Ele e longe de Deus, aproximarem-se e tornarem-se trigo, pessoas que realmente vivem comprometidas com Deus, em que as suas atitudes são as mesmas quer na igreja quer fora dela).
Deus criou o homem á Sua imagem e semelhança, logo o Homem foi criado com uma natureza boa (trigo). Só que o homem, dormiu e por causa disso a serpente enganadora (o inimigo) semeou também o joio (pecado).
E isto é o que acontece, hoje com muitos cristãos, dormem.
Mas a realidade, é que temos um opositor, um adversário que não dorme, trabalha 24horas para nos destruir.
Segundo a passagem de Mateus, foi isto que aconteceu, quando os homens dormiam, o inimigo aproveitou a oportunidade e atacou.
Hoje são muitos os cristãos que dormem, esquecendo-se da necessidade de estar alerta, de vigiar e de ser prudente.

I Pe 5:8 “O nosso adversário, o diabo anda em nosso redor, rugindo como um leão, buscando a quem possa tragar”.
O plano de Satanás é matar, roubar e destruir. E ele tem feito tudo para minar o nosso coração, a nossa mente semeando: inveja, discórdia, orgulho, mentira, infidelidade, palavras contrárias…
Joio e trigo existem no mesmo terreno, só no dia da colheita (arrebatamento), serão distinguidos.

2 DESTINOS:

Fogueira = Inferno (para onde vai o joio)
Celeiro = A glória eterna (para onde vai o trigo)

Quem somos nós? Joio ou trigo?
Para onde iremos no dia da colheita?
Para a fogueira ou para o celeiro?

Divórcio e Novo Casamento

Desejo que esteja bem, pela graça de Deus Pai e Jesus Cristo, o Senhor.


Na Bíblia Sagrada vamos encontrar as passagens que sustentam as convicções doutrinárias divergentes sobre o tema Divórcio e Novo Casamento.

Irei transcrevê-las:

1 Coríntios 7:39, diz: " A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. "
Evangelho de Mateus 5:31 e 32, diz:
" Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite (divórcio).
Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério. "
Evangelho de Mateus 19:9, diz:
" Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. "
Antes de entrar nas considerações, farei uso do dicionário:
Entender os significados básicos das expressões auxilia na compreensão.

. Adultério: Infidelidade conjugal. Relação sexual de pessoa casada com outra que não seja seu cônjuge.
. Adúltero: Que pratica adultério.
. Fornicação: Relação sexual de pessoa não casada, com pessoa casada ou não.
O adultério é o pecado de pessoas casadas com outras que não são seus próprios cônjuges.
. Prostituição: Entregar à devassidão por dinheiro, comércio habitual ou profissional do amor sexual; corromper, desmoralizar; deixar-se corromper por suborno de favores.
Degradar, aviltar, desonrar. Entregar-se sexualmente por dinheiro ou por vantagens materiais.
. Devassidão: Qualidade de quem ou do que é devasso. Depravação dos costumes. Libertinagem, desregramento da conduta.
Liberdade excessiva contrária a decência, ao pudor. Dissoluto. Vulgarizar.
. Degradar: Destituir de grau, dignidade ou cargo, de maneira infamante.
. Envilecer: Tornar vil, desprezível, aviltar, desonrar; vender por importância vil; baratear; Perder o valor.
. Corromper: Perverter física e moralmente; alterar, adulterar; subornar, peitar; apodrecer, deteriorar, perverter, depravar.
. Adulterar: Alterar, falsificar, corromper.
. Profanar: Desrespeitar o caráter sagrado; tornar impuro, ofender, macular, transgredir, violar.

Devemos meditar com atenção quando estamos considerando as coisas da Bíblia, porque há a interpretação pelo Espírito Santo, conforme o que Deus quer trazer ao entendimento pela Sua Palavra inspirada e, a "outra interpretação", natural, científica.
Vejamos a passagem da carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, todo o capítulo 7, mas neste momento destacarei os versículos 1, 2, 3 e 4 - já me antecipo que não estarei tirando texto de contexto, estarei SIM, confirmando o contexto.
Os versículos 1, 2, 3 e 4:
" Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo
que vive?
Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.
De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera, se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for doutro marido.
Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo para que sejais doutro, daquele que ressuscitou de entre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus. "
Agora, repito 1 Coríntios 7:39, diz: " A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. "

Santo ou Pecador?

Um domingo destes na nossa EBD com jovens solteiros (por enquanto) em nossa Igreja, levantou-se o seguinte debate:


SOMOS SANTOS LUTANDO CONTRA O PECADO OU PECADORES LUTANDO PARA SER SANTOS?

A principio, parece que as duas coisas estão corretas e que nos encaixamos em ambas, porém sinto um certo desconforto com a segunda e me sinto bem com a primeira e explico porque:
1. É uma contradição ser SANTO E PECADOR. Pecado e santidade não combinam. Ou se é uma coisa ou outra.
2. Apesar de estar escrito “Aquele que diz não ter pecado é mentiroso” (I Jo 1:9), o mesmo apóstolo (João) escreve dizendo que “Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus” (I Jo 3:9).
3. Entendamos: O Apóstolo faz a diferença entre os que são e os que não são nascidos de novo. Apesar de todos sermos gerados sob o pecado (original) e termos por isso uma natureza que nos inclina para o erro, aquele que nasceu de Deus, recebe Dele a sua natureza livre do pecado.
4. O Apóstolo Paulo escreve aos Romanos falando da luta do espírito contra a carne, duas naturezas que não combinam. “O bem que quero fazer não consigo, mas o mal que não quero, esse faço…” (Rm 7:15)
5. Ele descreve então a luta daquele que se converteu e não se conforma em viver uma vida de pecado, diferente do ímpio que vive “na soberba e na violência…” (Sl 73:6) sem se importar. A vida de pecado não incomoda.
6. O próprio Apóstolo, em todas as suas cartas, se refere aos irmãos como Santos, eleitos, separados… e nunca como pecadores. Ele não escreve: “Aos pecadores que estão em Éfeso” e sim aos santos. Não é maravilhoso?
7. Para finalizar, uma analogia: Existem pessoas que têm o vírus ou a bactéria de alguma doença, mas não manifesta seus sintomas; soropositivos que não ficam doentes de AIDS, por exemplo. Assim são os que nasceram de Deus: Tem o “vírus” do pecado original, mas não vivem doentes na prática do pecado.
8. É muito importante saber quem somos para não sermos derrotados nesta luta diária contra o pecado. DEUS NOS FEZ SANTOS. AMÉM!

"No Amor do Mestre."

Pr Cláudio Carvalho – PIB de Vieira fazenda – VIVENDO UMA VIRADA

Pós-milenismo

O pós-milenismo é a escola escatológica que defende que Cristo virá pela segunda vez, ao término do Milênio. Muitos pós-milenistas crêem que a era Milenar iniciou-se quando Cristo foi assunto ao céu, e outros crêem que ela surgirá quando o Evangelho houver sido pregado em toda terra, promovendo uma Era Áurea de Justiça e Paz para a humanidade.
O pós-milenismo espera que a grande maioria da população mundial se converterá à Cristo antes de Seu retorno glorioso. Compete à igreja cristã divulgar Seus ensinamentos, discipulando as nações, ensinando seus povos a aplicar os princípios do Reino de Deus em cada área da vida humana.
O pós-milenismo defende uma interpretação preterista das profecias apocalípticas, e crê que o sermão profético de Jesus, narrado em Mateus 24, cumpriu-se ainda naquela geração, com a queda de Jerusalém pelas mãos dos romanos.
Muitos pregadores e teólogos de renome foram pós-milenistas, entre eles, Agostinho, Calvino, a maioria dos Puritanos, Jonathan Edwards, John Owen, Charles Hodge, Robert L. Dabney, W. G. T. Sheed, Benjamim B. Warfield, Oswald T. Allis, J. Marcellus Kik e muitos outros.
O pós-milenismo foi descartado por muitos crentes após as duas grandes guerras. Mas está sendo retomado por muitos teólogos e pensadores cristãos.
No Brasil, enquanto a maioria das igrejas adota o pré-milenismo e o amilenismo, surgem novas igrejas, como a REINA - Igreja do Futuro, que resgatam a crença na expansão do Reino de Deus e no futuro promissor da raça humana.


Dispensacionalismo

Escatologia cristã


O dispensacionalismo é uma doutrina teológica e escatológica cristã que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra.
A palavra "dispensação" deriva-se de um termo latino que significa "administração" ou "gerência", e se refere ao método divino de lidar com a humanidade e de administrar a verdade em diferentes períodos de tempo.
Doutrina
Inicialmente elaborada por John Nelson Darby a partir das visões da adolescente Margaret McDonald, o dispensacionalismo é um sistema teológico que apresenta duas distinções básicas: (1) Uma interpretação consistentemente literal das Escrituras, em particular da profecia bíblica, vista em várias séries de "dispensações" de Deus na história ea (2) A distinção entre Israel e a Igreja no programa de Deus.
A teologia dispensacionalista acredita que há dois povos distintos de Deus: Israel e a Igreja. Os dispensacionalistas acreditam que a salvação foi sempre pela fé (Em Deus no Velho Testamento; especificamente em Deus o Filho no Novo Testamento). Os dispensacionalistas afirmam que a Igreja não substituiu Israel no programa de Deus e que as promessas do Velho Testamento a Israel não foram transferidas para a Igreja. Eles crêem que as promessas que Deus fez a Israel no Velho Testamento serão cumpridas no período de 1000 anos de que fala Apocalipse 20. Eles crêem que da mesma forma que Deus concentra sua atenção na igreja nesta era, Ele novamente, no futuro, concentrará Sua atenção em Israel (Romanos 9-11).
Usando como base este sistema, os dispensacionalistas entendem que a Bíblia seja organizada em sete dispensações: Inocência (Gênesis 1:1- 3-7), Consciência (Gênesis 3:8- 8:22), Governo Humano (Gênesis 9:1 – 11:32), Promessa (Gênesis 12:1 – Êxodo 19:25), Lei (Êxodo 20:1 – Atos 2:4), Graça (Atos 2:4 – Apocalipse 20:3) e o Reino Milenar (Apocalipse 20:4 – 20:6). Mais uma vez, estas dispensações não são caminhos para a salvação, mas maneiras pelas quais Deus interage com o homem. O Dispensacionalismo, como um sistema, resulta em uma interpretação pré-milenar da Segunda Vinda de Cristo, e geralmente uma interpretação pré-tribulacional do Arrebatamento
Dispensações
Das sete dispensações, cinco já foram concluídas: inocência consciência, governo humano, patriarcal e lei, e estamos vivendo a dispensação da graça que dará lugar a milenial. O que é necessário percebermos é que Deus tendo dividido a história da humanidade em dispensações deu para cada uma delas um propósito ou missão e todas elas deveriam ter um inicio e um fim, portanto esta era atual, ou este período de tempo chamado graça em que vivemos terá um fim, o que marcará este fim? Dois grandes eventos marcarão o fim, o arrebatamento da igreja e a volta visível de Jesus para inaugurar o milênio.
A teologia do concerto (ou teologia pactual) é uma alternativa calvinsta às interpretações dispensacinalistas.
O Mormonismo crê em um modelo diferente de Dispensações. Dispensação, segundo o Mormonismo é o espaço de tempo no qual há pelo menos um servo de Deus autorizado, que possui o Santo Sacerdócio e a missão de levar o evangelho ao habitantes da Terra. Existiram 8 dispensações ao longo da história, cada uma encabeçada por um profeta - Adão, o primeiro homem; Enoque, que liderou a cidade de Sião; Noé, que preservou a humanidade no Dilúvio; Abraão, que preservou o Monoteísmo na Antiguidade; Moisés, que instituiu a Lei (lei Mosaica); Jesus Cristo (Dispensação do Meridiano dos Tempos); e mais duas dispensações nas Américas, uma entre o povo Nefita e outra entre os Jareditas. Depois de Cristo veio a Grande Apostasia (ou Apostasia Universal), encerrada no Século XIX, com Joseph Smith, inicando a Dispensação da Plenitude dos Tempos, ou os Últimos Dias, que precedem a Segunda Vinda e o Milênio.

Obs.O certo mesmo é que Jesus voltará, e daquele dia e hora ninguém sabe.

Fé em Crise; salmo 73

Asafe quase renegou Deus porque começou a invejar a prosperidade dos ímpios. Ele viu que eram sadios, ricos e populares (1-12), enquando ele nada recebia além de aflição pelos seus esforços para manter sua pureza (13-14). Parecia que simplesmente não compensava ser bom.
Atitude na Crise: Nossa fé enfrentará desafios e ocasinalmente se tornará instável. Asafe tomou duas atitudes chavez que nos ajudam quando enfrentamos dúvidas e frustações espirituais. 1 Ele não subverteu a fé de outros por palavras irrefletidas(15). Um homem peidoso prioriza o bem-estar de outros e não expõe dúvidas pessoais diante de cada irmão fraco. 2 Ele foi ao santuário de Deus (17). A Solução para o seu problema veio quando ele começou a adorar o Senhor e considerou a grandeza e majestade dele. Alguns tendem a evitar oportunidades de adoração quando tropeçam espiritualmente, mas em momentos de fraqueza precisamos estar com o Senhor e seu povo mais do que nunca.
Solução para Crise: A amargura de Asafe pela injustiça da vida foi resolvida por duas considerações: 1 Ele considerou o "fim dos ímpios e observou como Deus os tinha colocado em lugares escorregadios (17-20). Os ímpios, às vezes, prosperam, mas a prosperidade deles tem vida relativamente curta. considere o "sucesso" de sodoma e Gomorra (Gênesis 19), Senaqueribe (2 Reis 19) e Herodes (Atos 12). A boa fortuna dos ímpios é tão insegura como um sonho e uma pessoa sensata nunca cobiça a riqueza dos sonhos. 2 Ele percebeu a benção perfeita do cuidado, guia e glória do Senhor (23-26).
"Quem mais tenho eu no céu? não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre" (25-26). Ele repousou no que o Senhor era para ele: Sua única satisfação e desejo. Em comparação, a prosperidade dos ímpios era nada.

-Por Gary Fisher



sábado, 20 de agosto de 2011

Qual o Significado da Oferta?

Todo a oferta que se oferece a Deus revela o que esta no coração do ofertante e mostra o seu relacionamento com Ele. Através da oferta d Deus, a pessoa transmite amor, carinho, dedicação e consideração.

Somente Aquelesque nun belo dia tiveram um encontro real com o Senhor Jesus Cristo podem avaliar a grandeza, a glória e a importância dos dízimos e das ofertas. Entretanto, o privilégio de ser dízimista e ofertante não tem sido de todos. Poucos sabem de verdade o significado de dar e receber de Deus, principalmente porque essa relação inclui o maior mais importante sentimento que pode habitar o coração do homem- a fé.

A Biblia está repleta de exemplos, tantos de pessoas simples e humildes, quanto dos mais importantes e ricos executivos, que experimentaram a alegria e o gozo de poder oferecer algo para Deus. Muitos foram impulsionados pelo sentimento de gratidão; outros, movidos de profundo amor, e há aqueles que o fazem pelo prazer de ajudar. O Médico e evangelista Lucas, no seu Evangelho diz:

"Aconteceu, depois disto, que andava jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus, e o doze iam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espiritos malignos e de enfermidades: Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bêns." (Lucas 8.1-3).

A grande verdade é que ao descobrir o caminho da fonte da salvação, dificilmente a pessoa consegue se conter. A parte de então começa o processo de entrega de si mesmo, como oferta em favor daqueles que se encontram perdidos. É justamente nesse ponto que está a santidade da oferta. Ainda que existam muitos tipos de ofertas, todos têm apenas um só sentido: Representar a oferta de Deus para a salvação da humanidade!.

Sim, a oferta representa o Senhor Jesus Cristo. Daí a razão de ser tão santa e sagrada quanto a própria Palavra Deus. Aqueles que vêem as doações das ofertas com maus olhos, ou seja, do ponto de vista meramente mercadológico, principalmente do lado da igreja de Deus ao Mundo. Ora, se não têm sensobilidade para compreender a maior oferta de todos os tempos, quanto mais para compreender a oferta cristão!.




O que é o Dízimo?

Dízimo quer dizer décima parte, e Biblicamente, é a décima parte de todos os rendimentos de uma pessoa, que deve ser dedicada a Deus, por sua própria determinação.
É claro de que Deus não precisa de Dinheiro, mais quando devolvemos o dízimo estamos reconhecendo que aquilo que nos pertence (a nossa vida, a nossa força, o nosso dinheiro) passa a pertencer a Ele, e o que é dele (as bênçãos, a paz, a felicidade, a alegria e tudo de bom) passa a nos pertencer, ou seja passamos a ser participantes de tudo o que é de Deus.
A Bíblia diz que somos co-herdeiros de Cristo e herdeiros de Deus: "Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, de Deus e co-herdeiros com Cristo." (romanos 8.17); "De sorte que já não és escravo, porém filhos; e, sendo filhos, também herdeiros por Deus." (Gálatas 4.7).
Atravéz dos Dízimos a palavra de Deus está sendo levada por todo o mundo conforme a ordem do Senhor jesus. como seria possível o pagamento dos aluguéis, das contas de luz e água, dos programas de rádio e TV? Serio praticamente impossível se não fosse através dos dízimos e ofertas.
O dízimo tem tanta importância que foi ordenado muito antes doz Dez Mandamentos, e se era importante antes da Lei, e foi também durante a Lei, por que não seria também depois da Lei? Podemos ver o quanto ele é importante pelo fato de que o próprio Deus nos convida a fazermos prova com Ele exatamente na parte financeira:
"trazei todos os dizímos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vóz benção sem medida." (Malaquias 3.10).
Todo o povo deveria sentir vontade de ser abençoado financeiramente, provando da generosidade divina ao verificar em sua vida que Deus é realmente o dono de todo o ouro e de toda prata que existe na face da terra, conforme está escirto "Minha é a prata, meu é o ouro, diz o senhor dos Exercitos." (Ageu 2.8).
Quando devolvemos o dízimo a Deus, Ele fica na obrigação (Porque prometeu) de cumprir a Sua Palavra, Repreendendo os espíritos devoradores que destroem a Vida do ser humano atuando com doenças, acidentes,vícios,degradação e social etc.
se somos fiéis nos dízimos como diz a palavra Deus, passamos a desfrutar de toda a plenitude da terra, tendo Deus ao nosso lado, abençoando-nos em todas as coisas.
quem tem o direito de provar a Deus, de cobrar dele aquilo que prometeu? O dízimista! Uma das grandes razões por que devemos dar o nosso dízimo é esta: Podemos e estaremos no direito de Provar a Deus, pois ele mesmo nos convida a isto na sua Palavra, conforme (Malaquias 3.10).
faça está prova com Deus, coloque no seu coração a partir de hoje de ser um dízimista fiel. Basta que você deseje e diga: Senhor jesus reconheço que tudo o que tenho vem de Ti e que sou seu filho e não aceito mais o espírito devorador em minha vida. A aparte de então seja fiel a Deus, e de tudo que vir a sua mão separe o dízimo.
"E provai-me nisto, diz o senhor dos Exercitos, se eu não vos abrir as janelas do céu não derramar sobre vós bênção sem medida." (Malaquias 3.10).


Diferença entre o dízimo e a oferta

Os primeiros dez por cento de tudo o que recebemos, de tudo o que vem ás nossas mãos, pelas leis Bíblicas, devemos devolver à Deus; Isto é o Dízimo.

A oferta é diferente, pois não existe nenhuma obrigação por parte do fiel: ela é feita por livre e espontânea vontade.

Nos dízimos, Deus vê a nossa fidelidade para com Ele; nas ofertas, Ele vê o nosso amor e a nossa dedicação à sua Obra. Além disso, o Senhor disse: "Dai, e dar-se-vos-á boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também "(Lucas 6.38).